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Polícia desarticula célula de facção que planejava matar agente em Dourados - VICENTINA ONLINE

Vicentina, MS, sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
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Polícia desarticula célula de facção que planejava matar agente em Dourados

Todos acabaram autuados pelo crime de associação criminosa, porte e uso de arma restrita e encaminhados às celas do 1º Distrito Policial

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Publicado em: 06/12/2017 às 09h16

dourados news

Grupo foi preso em flagrante pela polícia - Crédito: Osvaldo Duarte

Trabalho conjunto entre policiais civis do SIG (Setor de Investigações Gerais) e NRI (Núcleo Regional de Investigações), além de militares da ALI (Agência Local de Investigação), resultou na prisão de cinco pessoas em Dourados ligadas a facção criminosa que atua nos presídios em todo o pais.

A intenção deles, segundo o delegado Matheus Zampieri, era matar um agente penitenciário no município. O flagrante ocorreu na noite de terça-feira (5) na rua Santos Dumont, Jardim Paulista, em um conjunto de quitinetes.

Elinton Vicentim Gomes, 34, conhecido como 'Tom', morador no Jardim Maracanã, o dono da casa, Helinton Josuel Lara de Souza, 32, o 'Gauchinho', Railton Mendes da Silva, 19, residente no Jardim Canaã IV, Helton Martins, 31, morador no Jardim Novo Horizonte e Wanderson Douglas dos Santos, 20, do Jóquei Clube, acabaram presos pelos policiais.

No local onde estavam foram apreendidos um Fiat Uno com placas de Dourados, revólveres calibre 38 e 357 e munições, quatro relógios, uma escopeta calibre 12 e 22 munições, quatro Iphones e três aparelhos de telefone celular. Todos acabaram autuados pelo crime de associação criminosa, porte e uso de arma restrita e encaminhados às celas do 1º Distrito Policial.

Apesar das investigações apontarem o grupo ligado a facção, todos negam a participação e após a prisão dos investigados, a polícia ainda trabalha nas investigações para tentar desvendar alguns crimes recentes cometidos na cidade. A principal suspeita é que pessoas executadas de maneira cruel possam ter sido vítimas de acertos da facção, no chamado tribunal do crime, quando é realizado um 'juri' entre lideranças que decide se a pessoa deve ou não morrer.






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