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Funcionária tira foto de cadáver, espalha em grupos do Whats e é denunciada em MS - VICENTINA ONLINE

Vicentina, MS, segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
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Funcionária tira foto de cadáver, espalha em grupos do Whats e é denunciada em MS

Técnica necropsista fez o flagrante

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Publicado em: 13/01/2018 às 17h35

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A Sesau (Secretaria municipal de Saúde) informou que pediu afastamento imediato da funcionária terceirizada flagrada fotografando cadáveres no SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) de Campo Grande e compartilhando as imagens em grupos de WhatsApp. “Assim que fomos informados, comunicamos a empresa e solicitamos afastamento imediato da suspeita, que deve ser substituída já na segunda-feira”, afirmou por meio da assessoria de comunicação.

A secretaria classificou a conduta da autora como irregular e lamentou o ocorrido, que segundo a Sesau, expõe as pessoas fotografadas e constrange as famílias dos envolvidos. “Não compactuamos com esse tipo de conduta e vamos aguardar as investigações da polícia e colaborar com o que for preciso”, finalizou.

O caso - Técnica em necropsia do SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) de Campo Grande procurou a polícia, na manhã deste sábado (13), depois de flagrar pela terceira vez funcionária terceirizada fazendo fotografias de cadáveres. As imagens eram compartilhadas em grupo de WhatsApp.

De acordo com técnica Sandra Araújo, que fez a denúncia, o primeiro flagrante aconteceu em junho de 2016. A funcionária que trabalha em uma empresa terceirizada de limpeza que presta serviços à Prefeitura recebeu advertência depois de compartilhar imagens de uma pessoa morta em um grupo de WhasApp feito por trabalhadores do local.

Mesmo sendo advertida na ocasião, a mulher não parou com as fotografias e novamente, em dezembro de 2017, foi vista tentando fotografar cadáveres que passariam por exame necroscópicos. O crime foi repetido nesta segunda-feira (8). Em todos os flagrantes, a técnica afirma a mulher não tentou se defender e “se fez de desentendida”. Provas foram entregues à polícia e ocaso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) como vilipêndio de cadáver.

O SVO fica no complexo do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e é responsável por exames necroscópicos em vítimas de morte natural e do controle epidemiológico da Capital.

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